Faço muito o tipo que, quando deitada em casa depois e um dia cansativo, fecha os olhos pra sentir uma música. Dessas músicas em que o som entra pelos ouvidos, explode na cabeça e escorre por todo o corpo, estremecendo cada pelo que te compõe. Dessas que deixam o grave agarrar o coração e dançar junto com ele, fazendo com que as palpitações e respiração dancem com a melodia. Melodia que te leva para um local que só você tem a chave e destranca pra deixar o som entrar. Isso é impagável.
Ontem, depois de alguns meses com esse lugar mágico totalmente fechado para reformas, reabri as portas, as janelas, o porão e tudo mais que estivesse fechado. As mesmas músicas que um dia faziam carnaval ali, foram proibidas de entrar. Quando eu permitia, elas não eram mais mágicas. Eram pesadas, malinavam com tudo, destruíam paredes, quebravam as janelas e chutavam as portas. Não mereciam entrar num lugar que era tão idolatrado por mim. A culpa não era nem delas, coitadas.
Mas ontem dei essa chance, pois eu sabia que a recepção seria diferente. Abri os braços e disse: vocês são minhas novamente, sejam bem vindas. Às vezes, a gente passa um tempão procurando um sentido para a vida e não percebe que a resposta pode estar dentro de você, naquele lugar lindo que você se refugia nos melhores e piores momentos. Ontem eu pude sentir quem eu sou. E eu sou composta por trip hop, corpo quente e brisa da madrugada. Thanks, God!
Os maiores serviços e aplicações do Twitter divididos em 19 órbitas, eis aí o “Twitterverso”. Assustador, não?
By Brian Solis e Jess3
Fico impressionada como certas letras conseguem descrever exatamente uma situação. E qualquer semelhança é mera coincidência.
MORAL DA HISTÓRIA:
pelo menos não sou a única que tem problemas.
(You were right…) Modern girls always have to go.
(right on time.) Old-Fashion men always want a mistress
(You were right,) Modern girls always get their way
(I was wrong.) Modern men dream of what they can’t say.
(That’s alright.) That’s alright
(I don’t belong.) I don’t belong
(Why you sitting over there?)Why you gotta say it if you know it’s sounding wrong.
Says that he’ll apologize and it won’t take too long.
(Always thinking about yourself)You don’t wanna trust nobody else
(Time…) There’s a few things that are gonna have to change…
(I’m your son) Everyone has the same opinion
(Won’t you please) Your time is almost over
(Don’t be mean.) We won’t get the chance to do this over.
(That’s alright.) That’s alright
(I don’t belong.) I don’t belong
(Why you sitting over there?)I don’t want the imprint of your key upon my nose.
We don’t have to tell no one cause no one wants to know
(Always thinking about yourself…)You don’t have no happiness at home.
Oh yes, we’re falling down (Oh yes, we’re falling down)
Oh yes, we’re falling down (Oh yes, we’re falling down)
Oh yes, we’re falling down (Oh yes, we’re falling down)
Yes, we’re falling down (Oh yes, we’re falling down)
Oh yes, we’re falling down (Oh yes we’re falling down)
Oh yes, we’re falling down (Oh yes we’re falling down)
Oh yes, we’re falling down (Oh yes we’re falling down)
So fuck and help me up (So fuck and help me up)
(You don’t love me.) Always thinking about yourself
(I am an animal.) Always thinking about yourself
(I’m not practical.) Always thinking about yourself…
(Was I?) Was I?
Moral da História:
(…)
um profissional, uma boa câmera e photoshop: eis o segredo da beleza.
Foto: Marilinda Barros
“Ticinha, isso é francês…”
sabe aquelas músicas que marcaram sua infância? então, acordei nesse domingão com minha mãe rodopiando pela casa ouvindo esta canção. ouvindo agora, muito tempo depois, descubro o quanto ela é bonita. pelo menos eu acho.
Praia do Pesqueiro em Soure, Marajó (PA).
provas reais de que entrei no mar, e o melhor: sóbria!
mas é só sacar um pouco e ver o medo estampado no meu jeito. nesse momento eu devia estar dizendo “tu tens CERTEZA que aqui não tem peixe?”.